VoiceTag
O VoiceTag dá voz às etiquetas. Aproxima-se o telemóvel e a informação é dita em voz alta — sem ecrã para ler, sem nada para procurar.
São duas aplicações que funcionam em conjunto:
- VoiceTag Classic, que o público instala para ouvir as etiquetas;
- VoiceTag Business, o painel com o qual um estabelecimento decide o que elas dizem.
Veio pela aplicação
Se leu uma etiqueta, ou se procura saber como usar o VoiceTag em casa, está tudo na página do VoiceTag Classic: para que serve a aplicação, como funciona, e os tutoriais à medida que forem chegando.
Recebe público
Um museu, um restaurante, uma garrafeira, um jardim zoológico, um balcão: onde houver informação afixada, há alguém que não a consegue ler.
Com o VoiceTag Business, cola uma etiqueta e escreve o que ela deve dizer a partir do seu ecrã. Os seus visitantes ouvem-na com a aplicação gratuita, sem conta para criar e sem nada a pagar. E no dia em que um horário muda, corrige o texto em segundos — a etiqueta na parede nunca se mexe.
Também pode escrever esse conteúdo em várias línguas. Cada visitante ouvi-lo-á na sua, sem ter de a escolher nem sequer pensar nisso.
Para quem, exatamente
O VoiceTag nasceu de uma necessidade concreta: o seu autor é cego.
Mas uma informação que não se consegue ler não diz respeito apenas às pessoas cegas. Acontece também a quem vê mal, a quem é disléxico, a quem ler custa ou cansa, a quem não tem os óculos consigo — e simplesmente a quem não fala a língua do país onde se encontra.
Uma etiqueta que fala serve toda essa gente num único gesto. Não tem de saber quem, à sua frente, precisa dela.
É também o que explica a forma como tudo aqui é feito: tanto este sítio como a aplicação manejam-se inteiramente com um leitor de ecrã, e nada de importante existe apenas sob a forma de imagem.